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Visita Virtual fotos panorâmicas 360 graus Clínica MED-RIO

5 Comments | This entry was posted on Oct 25 2009

Clínica MED-RIO localizada na Torre do RioSul em Botafogo no Rio de Janeiro em  fotos 360 graus produzidas por AYRTON especialista e pioneiro no Brasil da tecnica de fotografia panoramica imersiva

Click aqui para acessar a Visita Virtual em 360 graus

FOTO 360 GRAUS DA MED-RIO

Click na foto 360 graus acima para fazer uma Visita Virtual à Clínica MED-RIO, especializada em atendimento de executivos. Localizada na Torre do RioSul, no Rio de Janeiro, é um ambiente perfeito para ser documentado em fotos 360 graus devido ao visual que os pacientes apreciam enquanto estão fazendo seus exames de rotina.

A Med-Rio Check-up, é líder de mercado, há mais de 19 anos, e atua no segmento de Medicina Preventiva, tendo realizado mais de 45 mil check-ups médicos em homens e mulheres das maiores empresas do país.

O grande diferencial da Med-Rio Check-up é que toda a sua estrutra está voltada para oferecer a máxima conveniência e segurança para seus Clientes:
– Avaliações médicas completas, apoiadas pelos mais modernos equipamentos, realizadas em uma manhã ou tarde, durante cinco horas.
-Resultados em 24 horas, e exames disponíveis pela internet, permitindo que o cliente ou o seu médico acesse a informação a qualquer momento.
-Equipe médica de alto padrão técnico, composta por professores universitários e chefes de serviço em grandes hospitais, dotada de uma filosofia voltada para servir, conquistar e manter seus clientes satisfeitos.
-Ambiente sofisticado e confortável, em nada semelhante ao clima hospitalar tradicional ou de centros de diagnósticos, localizado em endereço nobre do Rio de Janeiro e com estacionamento próprio, como já dito acima, perfeito para uma foto 360 graus.
-Além da exclusividade na prestação de serviços e por entender que o check-up médico é o primeiro passo para a gestão da saúde do cliente, uma vez realizados os exames, os seus executivos agendarão uma consulta com os especilistas, para, juntos, definirem programas específicos de promoção à saúde.
-No decorrer dos exames é oferecido aos clientes um café-da-manhã, especialmente preparado por um grand chef, para ser degustado em ambiente próprio, diante de uma das mais belas vistas da cidade do Rio de Janeiro, o Pão de Açúcar, com uma paisagem deslumbrante e já retratada aqui no site AYRTON360 em fotos 360 graus que podem se vistas aqui e aqui também.

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Fotos 360 graus do CEPEL

4 Comments | This entry was posted on Oct 25 2009

laboratório CEPEL em Adrianopolis, distrito de Nova Iguacu, Rio de Janeiro

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laboratório CEPEL em Adrianopolis, distrito de Nova Iguacu, Rio de Janeiro

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laboratório CEPEL em Adrianopolis, distrito de Nova Iguacu, Rio de Janeiro

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laboratório CEPEL em Adrianopolis, distrito de Nova Iguacu, Rio de Janeiro

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laboratório CEPEL em Adrianopolis, distrito de Nova Iguacu, Rio de Janeiro

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laboratório CEPEL em Adrianopolis, distrito de Nova Iguacu, Rio de Janeiro

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laboratório CEPEL em Adrianopolis, distrito de Nova Iguacu, Rio de Janeiro

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FOTOS 360 GRAUS DO CEPEL

Click nas fotos 360 graus acima para ver
Os laboratórios do CEPEL, localizados em Adrianópolis, distrito de Nova iguaçú, estado do Rio de Janeiro.

O Centro de Pesquisa de Energia Elétrica foi criado em 1974 como uma sociedade sem fins lucrativos, ligado ao sistema Eletrobrás e vinculado ao Ministério de Minas e Energia, para atender às mudanças do setor elétrico nacional e desenvolver uma infra-estrutura científica e de pesquisa no Brasil. Maior centro de tecnologia da América Latina, o CEPEL constitui-se num centro de excelência do setor elétrico brasileiro.

Os sócios fundadores – ELETROBRÁS e suas controladas CHESF, ELETRONORTE, ELETROSUL e FURNAS- contribuem com os recursos para sua manutenção e com a orientação para a atuação do Centro de Pesquisas.

Com uma estrutura organizacional independente, o CEPEL está habilitado para os desafios do setor elétrico onde a pesquisa e o serviço tecnológico devem dar resposta às restrições de eficiência, de impacto ambiental, de peculiaridade e desigualdade do país.

A HISTÓRIA DO CEPEL

O surgimento de atividades de pesquisa tecnológica do setor de energia elétrica ocorreu de forma tardia no Brasil quando comparado com a maioria dos países desenvolvidos.

Fundada em 1879 por Thomas Edison, a Edison Electric Ligth Company tinha como finalidade obter fundos para a pesquisa em iluminação elétrica. Um ano depois de ter concebido a lâmpada incandescente, o sistema de distribuição, cabos isolados, proteção etc., Edison solicitou as patentes dos seus inventos para a sua primeira central de geração e distribuição de energia elétrica, localizada em Nova Iorque.

A essa época, configuram-se os dois principais ramos da indústria de eletricidade – o produtor de equipamentos elétricos e o produtor de energia elétrica – que permaneceram ligados durante algum tempo. Dessa forma, foram sendo criados e desenvolvidos os equipamentos para a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

No Brasil até 1974, quando foi criado o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (CEPEL), por iniciativa do Ministério de Minas e Energia (MME) e de empresas do setor de energia elétrica, a pesquisa restringia-se a trabalhos realizados por institutos eletrotécnicos ligados a universidades, como o de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Itajubá (MG), e por departamentos de estudos e pequenos laboratórios de algumas concessionárias de energia elétrica. Neste caso, o objetivo principal era solucionar problemas de manutenção de equipamentos e de instrumentos de medição.

O desenvolvimento do setor, na sua fase inicial, centrou-se na instalação de sistemas locais de pequeno porte e em alguns empreendimentos de maior vulto, promovidos por grupos estrangeiros, que utilizavam equipamentos importados, e a tecnologia desenvolvida em seus países de origem.

A busca por maior autonomia tecnológica no que se refere ao setor de energia elétrica só ocorreu a partir do final da década de 1960, coincidindo com a recuperação econômica que sucedeu à crise do modelo de desenvolvimento substitutivo de importações, verificada nos primeiros anos dessa década.

A notável ampliação da capacidade instalada de energia elétrica requeria um tipo de tecnologia que, em certos casos, se encontrava em estágio ainda experimental nos países industrializados. O aproveitamento de fontes energéticas localizadas em regiões cada vez mais distantes das áreas de consumo, a complexidade da operação e do controle de redes de transmissão de energia elétrica – que experimentavam um processo crescente de interligação – e a necessidade de transmitir e distribuir grandes blocos de energia em zonas de elevada concentração urbana ou industrial provocaram um interesse maior, tanto das concessionárias quanto dos fabricantes de equipamentos na procura de alternativas tecnológicas próprias.

O I Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND), que traçava as diretrizes do governo Médici para o período de 1972 a 1974, deu prosseguimento à política de ciência e tecnologia explicitada no PED (Programa Estratégico de Desenvolvimento, elaborado no governo Costa e Silva, para o período de 1968 a 1970). Quanto a esse aspecto, ambos tinham em vista reduzir a dependência tecnológica do país, por meio da adaptação da tecnologia importada e da criação de know-how próprio.

A criação do CEPEL, situou-se, portanto, na confluência de duas perspectivas governamentais: de um lado, tentar diminuir a carga exercida pelo pagamento de royalties e patentes no balanço de pagamentos e, de outro, dotar as empresas de energia elétrica de um centro de pesquisas tecnológicas, tendo em vista as suas crescentes necessidades nesse aspecto. A expansão da capacidade geração de energia elétrica baseou-se na construção de hidrelétricas de grande porte. Seguindo esta política foi constituída a Itaipu Binacional, que colocaria mais em evidência um dos grandes desafios tecnológicos a serem enfrentados pelo setor: a transmissão de grandes blocos de energia a longas distâncias.

No final da década de 1970 e início da seguinte configurou-se no país um quadro de recessão econômica, que afetou o setor energético e conseqüentemente o Centro de Pesquisas com a redução dos investimentos das empresas estatais entre 1980 e 1984, e o custo do endividamento tornando o setor responsável por parcela significativa da dívida externa do país.

A Nova República procurou conferir uma dimensão maior a área de ciência e tecnologia, criando, em março de 1985, um ministério destinado especificamente a elaborar a política científica etec nológica do país – Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

O novo ministério elaborou o I Plano de Ciência e Tecnologia, cujas metas eram reintegrar a universidade brasileira às discussões acerca dos grandes problemas nacionais e recuperar e atualizar a capacidade dos laboratórios científicos para estimular a demanda de tecnologia nacional.

O desenvolvimento científico e tecnológico específico do setor de energia elétrica continuou orientado pelas diretrizes do Plano Nacional de Energia Elétrica – preparado pela Eletrobrás para o Ministério de Minas e Energia.

Em 1971, o Ministério de Minas e Energia expediu exposições de motivos que visavam a tornar viável a pesquisa tecnológica. Através da criação de um conjunto de centros de pesquisa e uma aplicação anual de 0.5% do capital social de cada empresa em programas de desenvolvimento tecnológico.

Na assembléia geral extraordinária da Eletrobrás, realizada em dezembro de 1971, foi instituído o Fundo de Desenvolvimento Tecnológico (FDT). A criação do fundo representou a efetivação, para o setor de energia elétrica, das medidas preconizadas pelo MME e permitiu o desenvolvimento de um centro de pesquisas de energia elétrica.

A localização do centro de pesquisas foi acertada em abril de 1972. Após entendimentos com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o ministro Dias Leite informou à Eletrobrás que o centro seria instalado no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão. Aí já funcionava o Instituto de Engenharia Nuclear (IEN), da CNEN, e estava sendo construído o prédio do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo A. Miguez (CENPES), da Petrobrás.

A Eletrobrás delegou a Furnas as atribuições atinentes a elaboração do projeto do centro de pesquisas. Furnas entrou em contato com o Institut de Recherche de l’Hydro-Quebec. A instituição canadense era uma das mais avançadas no mundo do campo de pesquisa em eletricidade e havia desempenhado papel fundamental na experiência pioneira da Hydro-Quebec em transmissão em 750 kV.

Com base em anteprojeto do Ireq, o centro deveria dispor de dois grupos de instalações: o Laboratório de Sistemas Elétricos (LSE) e o Laboratório de Equipamentos Elétricos (LEE). O Laboratório de Sistemas Elétricos abrigaria a sede administrativa e os laboratórios de materiais, de eletrônica e as oficinas e os grupos de trabalhos analíticos, como o departamento de sistemas, incluindo computadores e simuladores.

O Laboratório de Equipamentos Elétricos (LEE) destinava-se às instalações para pesquisas e ensaios em equipamentos e materiais submetidos a tensões extra-elevadas e a curtos-circuitos envolvendo grandes potências. Devido a isto, deveria ser instalado perto da subestação de Furnas, situada em Adrianópolis, no município de Nova Iguaçu (RJ).

Em 28 de dezembro de 1973, em cerimônia realizada na usina de Piabanha, no município de Três Rios (RJ), o estatuto do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica foi aprovado pelos sócio-membros-fundadores: a Eletrobrás e suas controladas, Furnas Centrais Elétricas S.A., Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. (Eletronorte) e Centrais Elétricas do Sul do Brasil S.A. (Eletrosul).

De acordo com o estatuto publicado no Diário Oficial de 21 de janeiro de 1974, o objetivo do Cepel seria “promover uma infra-estrutura científica e de pesquisa, visando ao desenvolvimento, no país, de avançada tecnologia no campo de equipamentos e sistemas elétricos.”

Paralelamente à construção da sede administrativa e dos laboratórios do CEPEL, sua administração ocupou temporariamente o antigo prédio do alojamento universitário da UFRJ e atualmente ocupado pela COPPEAD, situado na Ilha do Fundão. Em 27 de maio de 1975, o CEPEL começou a operar nas instalações provisórias na Ilha do Fundão.

Texto adaptado do website do CEPEL e do Livro História do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica – CEPEL publicado pelo Centro da Memória da Eletricidade no Brasil.

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Fotos 360 graus da GUERRA do Trafico na Zona Norte do Rio

57 Comments | This entry was posted on Oct 17 2009

LEIA ABAIXO DAS FOTOS 360 GRAUS, O RELATO COMPLETO DESTE DIA 17 OUTUBRO 2009


Onibus incendiados na favela do Jacarezinho, Guerra do Trafico nas favelas da Zona Norte do Rio, sábado 17/10/2009, 17 de outubro de 2009, traficantes mortos, queda de helicoptero atingido por tiros de fuzil, Tunel Noel Rosa, Vila Isabel, Morro dos Macacos

Click aqui para ver a foto 360 graus acima

Onibus incendiados na favela do Jacarezinho, Guerra do Trafico nas favelas da Zona Norte do Rio, sábado 17/10/2009, 17 de outubro de 2009, traficantes mortos, queda de helicoptero atingido por tiros de fuzil, Tunel Noel Rosa, Vila Isabel, Morro dos Macacos

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Onibus incendiados na favela do Jacarezinho, Guerra do Trafico nas favelas da Zona Norte do Rio, sábado 17/10/2009, 17 de outubro de 2009, traficantes mortos, queda de helicoptero atingido por tiros de fuzil, Tunel Noel Rosa, Vila Isabel, Morro dos Macacos

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Onibus incendiados na favela do Jacarezinho, Guerra do Trafico nas favelas da Zona Norte do Rio, sábado 17/10/2009, 17 de outubro de 2009, traficantes mortos, queda de helicoptero atingido por tiros de fuzil, Tunel Noel Rosa, Vila Isabel, Morro dos Macacos

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Onibus incendiados na favela do Jacarezinho, Guerra do Trafico nas favelas da Zona Norte do Rio, sábado 17/10/2009, 17 de outubro de 2009, traficantes mortos, queda de helicoptero atingido por tiros de fuzil, Tunel Noel Rosa, Vila Isabel, Morro dos Macacos

Click aqui para ver a foto 360 graus acima

FOTOS 360 GRAUS DA VIOLÊNCIA NO RIO

Click nas fotos 360 graus acima para ver
A Guerra do tráfico na favela do Jacarezinho no sábado 17 de outubro de 2009.

Tudo aconteceu assim:
Estávamos eu e o Felipe Dana conversando e experimentado a nova Nikon D300S que acabara de chegar do USA junto com uma nova mochila Think Tank que é a mochila mais PRO do mercado internacional atualmente.
De repente o rádio chamou, era um motorista de táxi, um entre os que ajudam sempre a nos transportar para cá e para lá e também funcionam de informantes para nós.
Ele chamou o Felipe pelo rádio avisando que no bairro do Sampaio, pertinho do Morro dos Macacos havia acabado de cair um helicóptero e explodido.
Felipe me olhou e disse: – eu vou correr para lá, vamos e você faz fotos 360 graus também.

Meu filho caçula ainda dormia. Minha esposa havia saído para se exercitar e o filho mais velho estava na escola.
Topei e saimos correndo de bermuda mesmo e sandálias, nem tempo de colocar um tênis eu tive.
Era a hora de fazer algumas belas e documentais fotos 360 graus, panoramas imersivos como prefiro chamar.
Mas eu sou um purista, um dinossauro como chamam. Hoje a galera mais nova chama só de foto 360 graus mesmo, então entrei na onda também.

Saimos correndo pelas ruas do Rio. Felipe colocou um adesivo imantado de imprensa pelo lado externo do seu carro. O meu carro já está sempre adesivado para facilitar e sermos perdoados pelos policiais quando nos veem correndo atrás de algum flagrante.

Chegamos perto do Morro dos Macacos e já se ouvia o tiroteio. Policiais se esgueiravam entre os carros e se escondiam atrás dos postes e árvores de metralhadoras nas mãos, e no meio disso tudo as pessoas atordoadas. Muitos carros andavam pela contramão.
Era A GUERRA.
Abandonamos o carro numa calçada e resolvemos CORRER pelas ruas atrás de alcançar o ponto aonde o helicóptero havia caído.
Na ruas todos gritavam para voltarmos, para ter cuidado, para não ir para lá, naquela direção.
Eu liguei para o Bruno Bezerra e informei o que se passava comigo e aonde estava.

Tenho 54 anos e Felipe 24, corríamos como loucos e eu tentava não fazer feio para acompanhar ele que pratica ciclismo 3 x por semana pedalando durante 3 a 4 horas seguidas. E eu só pratico CADEIRA na frente dos computadores MACs.

Estávamos lá tentando fotografar o helicóptero destroçado, que havia se tornado um monte de ferros incandescentes, ardendo em brasa no meio de um campo de futebol de uma pequena Vila Olímpica, mas a polícia não deixava ninguém se aproximar. A imprensa estava chegando tbm, as TVs já tinham seus helicópteros sobrevoando o local, muitos cameras men circulavam tentando gravar algo, e os fotógrafos dos jornais começaram a chegar aos montes.

Um PM reclamava comigo por querer fotografar por cima dele, minha camera estava a 3 metros de altura e eu a esgueirava por cima de sua cabeça pedindo desculpa mas dizendo que eu precisava proteger ele e seu emprego mostrando ao mundo o que acontecia nas favelas do Rio.
Ele riu e disse que eu estava maluco, que era para sair dali antes que o Coronel mandasse me retirar com aquela geringonça da mãos.

Nisso eu olho para um lado e vejo que um cameramen da TV Record fala ao radio com uma voz estranha e olha para cima na direção do helicóptero da Record.
Algo estava acontecendo !!! E ele estava sendo imformado pelos olhos de quem estava lá no alto, vendo tudo.

De repente ele saiu correndo e gritando para o carro da Record.
Houve um tumulto, e sem saber porque ele corria a multidão entrou em pânico e todo mundo começou a correr sem destino para todos os lados. Homens, mulheres, crianças e cachorros.

Eu gritei pro Felipe apontando para o cara da Record que entrou no carro e saiu cantando pneus.
Um táxi que passava freiou assutado e parou, o Felipe não pensou duas vezes e simplesmente abriu a porta dele e pulou para dentro, eu me joguei por cima dele para dentro também, o motorista nos olhou assustado e eu gritei: – Não são armas, são cameras, somos fotógrafos …
em seguida o Felipe gritou mais alto ainda: – SEGUE AQUELE CARRO DA RECORD e a gente te dá uma grana !

O motorista se estusiasmou e sentou o pau no carro, um vectra acelerando e avançando todos os sinais e entrando na contra-mão atrás do carro da Record.
Brincamos dizendo: – Você tá gostando hein !
E o motorista disse: – Eu sempre quis fazer isso !
E sentava o pau no carro como um louco, tipo 007 perseguindo mesmo.

De repente o céu começou a ficar preto e entramos no meio de uma favela, era fumaça negra, mas o trânsito empacou, eram muitas pessoas correndo, carros engavetando um para cada lado, um tumulto nas vielas da favela.
Felipe jogou uma grana na mão do motorista do táxi e saltamos.

Nunca corri tanto na vida, cheio de equipamentos pendurados e pelo meio de uma favela em pleno momento de ataque, pânico e loucura.
Todos gritavam enquanto nós dois passávamos pelo meio das casas e ouvia-se ainda o barulho dos tiros ecoando longe.
Lá na frente ardia em labaredas gigantes um ônibus. Fomos os primeiros fotógrafos a chegar. Só a Record estava junto.
Pode-se ver isso na primeira foto acima quando ninguém mais está perto do ônibus e nem de meu ponto de vista central da foto 360 graus.
O ônibus começava a estourar os vidros e os pneus e a polícia chegou.

Comecei a fotografar e muitos fotógrafos foram chegando também. A cena estava uma loucura.
E novamente, todos olharam para o céu em outra direção e lá longe via-se outra nuvem de fumaça preta, maior ainda.
Começou a loucura de novo. Mas não tinha táxi ali, então pedimos carona a um carro de reportagem e entramos dentro, eu tive de ir sentado em cima do Felipe e caindo em cima de um outro fotógrafo que dentro do carro tentava transmitir suas fotos pelo laptop. Corríamos como loucos e o motorista do carro, um Siena prata só dizia que não podia correr mais pois o carro era dele e não da empresa. Mas assim mesmo ele tava indo muito rápido.
No banco de trás completamente torto eu só pensava que se batessemos, eu iria ser jogado ou esmagado contra as cadeiras da frente aonde uma reporter super gentil prometia que no dia seguinte traria comida e sanduíches para todos.
Isso, claro, SE conseguissemos sobreviver mais um dia hehehe.

Nos perdemos e de repente rodávamos em círculos pelas ruas da região com a buzina disparando para que todos saissem da frente, o que incluia até carroças puxadas por cavalos pangarés. Num certo momento avistamos o carro do G1 que também estava perdido rodando a procura do caminho para chegar no novo foco de fumaça.

Foi aí que nosso motorista teve um palpite e disse: vou por ali, e pegou uma rua e chegamos exatamente em frente aonde havia este outro fogo.
Era na favela do Jacarezinho, bem em frente a quadra da escola de samba.

A cena era impressionante, a fumaça era muita, o ar estava pesado e o calor era grande. Eu pensava nas fotos 360 graus que faria o tempo todo.
Muitos fotógrafos e carros começaram a chegar e todos corriam para fotografar.

Minha esposa me ligou dizendo que ela e meu filho caçula acabavam de me ver pela TV record, na tela; eu correndo na frente dos ônibus pegando fogo.
Eu lhe disse que estava tudo bem e que faria ótimas fotos 360 graus.

Depois fui saber que o G1 também gravara em vídeo e eu apareço bem na frente da camera deles fotografando em 360 graus, assim como de repente na hora de uma das explosões aparece o Felipe Dana correndo para fotografar por outro lado.
E ele me gritava: – Ayrton a porra da bateria do macbook acabou, está quase zerada eu preciso transmitir minhas fotos !!!!

Não havia luz na redondeza, descobrimos que atrás da fumaça do ônibus, haviam mais 2 outros ônibus também ardendo em chamas !!!
Aos poucos fomos percebendo que também havia um carro que estava encostado contra a parede do outro lado da rua e queimava. Acima do fogo de um ônibus havia um transformador de luz no poste e estava prestes a explodir por causa do calor. Foi quando os fios derreteram e começaram a cair , eu corri e falava ao telefone com o Bruno Bezerra, o outro fotógrafo associado que tuitava tudo que acontecia, me mantendo informado do que via na TV e na net, e eu contava para ele tudo que estávamos passando e como iam as fotos 360 graus que eu estava clicando sem parar.
Eu deixei o celular cair ao correr para fugir dos fios elétricos pegando fogo.

Voltei em seguida e peguei o celular e consegui falar com o Clício Barroso, o Presidente da Fototech, a melhor Associação de fotógrafos do Brasil, da qual nós somos associados também.
Mas a ligação caiu no meio e nem sei se ele me ouvia, mas eu dizia, ou melhor, gritava, que estávamos bem, apesar dos barulhos de sirene, fogo e explosões que ele ouvia ao fundo.

Os bombeiros chegaram e começaram a jogar água para apagar o fogo. Nesse momento consguimos ver que o Caveirão já estava do outro lado do incêndio aonde moradores estavam se juntando para ver a cena do caos.

Com a água, começou a fuligem, e tentar se aproximar do fogo para fotos era um exercício de respirar mal.

Pouco a pouco o fogo foi apagando e o Felipe me disse: – Ayrton eu preciso sair daqui para enviar as fotos.
Corremos pelo meio da galera e havia uma van que ia passando, sinalizamos pedindo para pegar uma carona.
O motorista nos olhou com aquela cara de quem nem estava ouvindo nada pois dentro da van o som comia solto a todo volume tocando um funk insuportável.

Pedimos a ele para nos levar de volta ao Morro dos Macacos aonde havíamos deixado nosso carro no meio da rua. O cara não queria, então oferecemos “um galo” e acenamos com uma nota de cinquentinha, implorando que nos tirasse dali. O Felipe disse que precisava chegar rápido até lá, por causa das fotos.

O carinha sorriu, aumentou mais ainda o funk, até eu quase ficar surdo e saiu como um louco cantando pneu e pronto, seguimos em rumo a nem sei aonde, mas por ruas, contornos por cima das calçadas, cruzamentos na contra-mão, sinais vermelhos, insano e com a porra daquele funk maluco me deixando surdo. Detalhe, na hora que ele arrancou com a van, a porta de trás ainda não estava fechada direito e o Felipe quase cai para fora ou no meu colo, nem lembro mais.
Eu só pensava nas fotos 360 graus que sairiam dali.

O resto foi normal, chegamos ao carro perto daonde o helicóptero havia caido, muitos policiais ainda estavam lá, muitos mesmo e fomos até Vila Isabel, ali no Planeta do Chopp, para usar a tomada elétrica, e então poder transmitir as fotos do Felipe para a AP.

Após isso, levei o Felipe de volta para a zona do conflito, e voltei para a zona sul com o carro, deixando ele lá.

A esposa dele estava querendo saber notícias dele e veio até a minha casa. Chegamos juntos, e eu lhe disse que ele estava bem.
Meus filhos me esperavam para almoçar e a vida segue … sempre com fotos 360 graus
:-)

Abçs

Vou montar mais fotos 360 graus !!!
Espero que gostem.
:-)

ENGLISH :

A 360 view of Rio´s Violence
click on the 360 pictures to check them out

The traffics war on Jacarezinho slum on October 17th

And that’s how it happened:
Felipe Dana and I were talking discussing and trying the new Nikon D300S that had just arrived from the US with the newest Think Thank backpack, one of the most PRO backpacks on the market nowadays.
Suddenly a taxi driver called on the walk talkie, he’s one of the guys he helps us out taking us here and there and is also some kind of informant.

Ha called Felipe on the cellradio saying that a helicopter had just been knocked down and exploded in Sampaio´s neighborhood .
Felipe looked at me and said: I’m on my way there and if you come with me you can take 360 pictures as well.

My youngest son was still asleep. My wife had left early to exercise and my oldest son was in school.

I jumped on and left on my shorts and sandals, I didn’t even have the time to put on shoes.
It was the time to take some pretty and documental 360 photos, or an immersion panorama like I prefer to call them.
I am what you can call a dinosaur. The young people only call them 360 photos I decided to do the same.
We were running throughout Rio’s streets. Felipe put some sort of sticker on his windshield saying that he was from the press. I always have one on my car, just in case if we needed to be “forgiven” by the cops who come to investigate.

We got closer to Macacos’ slum and we could already hear the shooting guns. Cops were between cars and hiding behind light posts and trees with guns. And in the middle there were a lot of people lost running around in the middle of chaos, a lot of cars were going the wrong way too.

It was the WAR.
We left the car on a sidewalk and decided to run on the streets to get a better view of the falling helicopter.
People were screaming for us to come back, to be careful, not to go on that direction.
I called Bruno Bezerra on the cellphone and told him what was going on and where I was.
I am 54 years old and Felipe 24, we were running like crazy and I was trying not to disappoint him, whom bikes 3 times a week for 3 to 4 hours straight. As for me I only sit in front of the computer in front of my Mac computers.

We were there trying to take pictures of the wrecked helicopter. It was transformed into flamed wrecks, burning in flames in the middle of a soccer field from a small Olimpic Ville. But the cops didn’t want to let anyone to get close to it.

The press was starting to arrive too. TV stations already had their helicopters flying over the scene, a lot of camera men trying to get some images and newspapers photographers were arriving in large groups.

A cop was complaining that I was trying to take pictures almost on top of him. My camera was 3 meters high and I was trying to talk him over saying that I was showing to the world what really happened at Rio’s slums and I was somehow protecting his job.

He started laughing saying that I was crazy and that I had better get out of there before the Sheriff told me to do it so.
That’s when I saw a cameraman from Record TV Station talking on the radio with a weird voice and looking up to their helicopter.

Something was going on!!! He was being informed from the person who was up there looking up at everything.
Suddenly he started running and screaming in direction to his car

It was crazy and without knowing why he was running through the crowd that was in panic and was running all over the place. Men, women, children and dogs.
I yelled at Felipe pointing the Record’s guy who had got into his car and left speeding.

A cab that was passing by stopped scared and Felipe didn’t think twice. He opened the door and jumped and I jumped on top of him. And the driver looked at us scared and I told him that we were holding cameras not guns and that we were photographers.
After that Felipe yelled to the driver: Follow that Record’s car and we will give you some money!
The driver got excited and started speeding the car, crossing all the red lights, going the wrong way following the car.

We started joking telling him that he was actually enjoying all that.
When he said that he always wanted to do that.
He was running like crazy it was like 007 on action.
Suddenly the sky got darker and we got in the middle of a slum. There was a black smoke all over. There was traffic, a lot of people running, cars crashing, it was a chaos in the middle of the slum alleys.

Felipe gave the driver the money and we jumped out of the cab.
I had never in my life ran so much full of equipment and inside of a slum in the middle of the craziness and panic

Everyone was yelling while we were going through the houses and we could hear the shot guns still.

In front of us a bus was in flames. We were the first photographers to get there with Record’s cameramen.
You can see that on the 1st picture above when no one else is close to the bus anymore and nor on my point of view.
The bus windows and tires started to explode and the cops arrived.
I started shooting pictures and some other photographers started to arrive. It was a chaos.

And again everyone was looking at the sky and we could see far another dark smoky cloud this time it was bigger.
And the craziness started again. There was not a cab there at this time so we asked for a ride on this press’ car. We got in and I had to sit on Felipe’s lap, falling over this other photographer who was trying to put the pictures from his camera on his laptop.
The driver was running like a crazy and said that the only reason he wasn’t going faster was the fact that the car wasn’t his. But he was still going pretty fast.

On the back seat the only thing I could think about was if we crashed… I was going to be thrown against the front seats where a really nice reporter was promising that the next day we was going to bring sandwiches and food for everyone.
That of course IF we survived one more day. We got lost and suddenly we were going in circles around the streets buzzing for everyone to get out. That included carriages pulled by some horses. At a certain time we saw a G1´s (another press) car that was lost too trying to find the smoke, when the driver decided to take a shortcut and we got exactly where this other fire was going on.
It was at the Jacarezinho slum, right in front of this samba’s rehearsal spot. The scene was impressing. There was a lot of smoke, the air was heavy and it was extremely hot and stuffy and I could only think about the 360 pictures I was going to shot. A lot of photographers started to arrive and were running to take pictures. My wife called and said that her and my youngest son had just seen me on TV, while I was running if front of a bus on fire.
I told her everything was fine and that I was going to take amazing 360 shots. After I heard that G1 had also recorded a video and I was right in front of their camera taking 360 shots, when the other explosion happened so they show Felipe Dana running to take pictures from another angle. He was screaming: Ayrton, the freaking Mac’s battery is almost done and I have to get my pictures in it.
There was no power around. And we found out that behind the smoke from the flaming bus there were 2 more buses on fire too!!

Suddenly we realized that there was also a car on the other side of the street that was on fire as well.

Above the flaming bus there was a power line that was about to explode because of the heat.

That was when the wires started to melt and started falling down. I started running and was on the phone with Bruno Bezerra, the other photographer I knew that was on twitter at the same time checking what was going on and keeping me informed about what he was watching on TV and on the web. I was telling him what was going on and how the 360 pics were coming out.

My cell phone felt off while I was running from the falling electric wires. I went back and got my phone and called Clício Barroso. Fototech´s (The best photographer’s association in Brazil) president.
The phone called was interrupted in the middle and I have no idea if he could hear me speaking or yelling, because we were in the middle of ambulances, fire and explosions.
The firemen arrived and started hosing water to get rid of the fire. At this moment we could see that the Caveirão (special car used by the special forces of Rio´s police department) was already on the other side of the fire were people who live on the slum were arriving to check the chaos.

With the water and the smoke trying to get close to the fire was making almost impossible to breath.

Slowly the fire was extinguished and Felipe told me: Ayrton I have to get out of here to get this pictures sent.

We started running in the middle of the crowd and saw this van passing through and we asked for a ride.
The driver gave us that weird look and couldn’t hear anything because of the terrible funk he was listening to on the radio.
We asked him to take us back to Macaco´s slum were we had left the car in the middle of the streets. He didn’t want to so we offered him some money and showed him a $50´s bill begging him to get us out of there.

Felipe said that he needed to get there fast because of the pictures.

The driver smiled, turned the volume even louder, to the point that I was getting deaf, and he left like a crazy, burning the tires and going in the direction of I don´t even know where… On sidewalks, wrong ways, going through red lights and that funk was driving me crazy.

When he started the van the back door was still opened and Felipe almost felt off. I cannot even remember the details. The only thing I could think about were the 360 photos I was going to get out of my camera.

The end was very normal. There were a lot of cops (I mean a lot!) were we had left the car still. So we went to Vila Isabel and stopped at a bar to use the power to get the pictures to the AP. Right after I took Felipe back to the conflicts spot and drove back to the south area leaving him there.

His wife wanted news about him and came to my house… I told her he was fine!

My kids and wife were waiting for me to have lunch.

And life goes on… Always with 360 degrees pictures!

THANKS to Shana Zanotta for the english translation !!!

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Foto 360 graus Little Planet Wii

2 Comments | This entry was posted on Oct 14 2009

Little Planet, fotografado pelo fotógrafo AYRTON, durante competição de Wii, no Botafogo Praia Shopping. Essa imagem foi a base para o desenvolvimento do Little Planet no Mundo, já que o desenvolvedor e criador do software que gera este formato interativo, chamado de Little Planet, é o austríaco Klaus que usou esta foto de 360 graus do Ayrton como o primeiro exemplo da nova técnica.

Click na foto acima para ver em 360 graus com efeito Little Planet esta imagem esférica.
Esta foto de 360 graus, feita pelo fotógrafo AYRTON, conhecido no meio como AYRTON360, foi produzida durante uma competição de Wii, no Botafogo Praia Shopping em 2008. Esta foi na verdade a primeira foto 360 do Mundo publicada utilizando a técnica do Little Planet interativo, e foi essa imagem que serviu de base para o desenvolvimento do Little Planet Interativo.
O desenvolvedor e criador do software que gera este formato interativo, chamado de Little Planet, é o austríaco Klaus, e que entrou em contato com o AYRTON, e pediu autorização de uso da imagem para criar uma nova ferramenta se baseando nesta foto 360 graus, e então gerar o primeiro exemplo da nova técnica, através da projeção planetária.
Ao carregar a imagem, aproveite para brincar um pouco com o mouse sobre a foto 360, arrastando para os lados, para cima e para baixo. E ainda experimente também, usar o botão direito para observar os comandos que alteram a projeção fotográfica, permitindo visualizar diversos efeitos especiais.
Ahhhh e não deixem de escolher a opção FULLSCREEN que aparece ao se usar o botão direito do mouse sobre a imagem.
A Imersão é maior e bem mais legal para curtir a experiência virtual em 360 graus. Experimente !

Em breve muito mais fotos 360 estarão aqui. São imagens que foram feitas tem bastante tempo, mas nunca houve a chance de postar no site.
Espero que gostem e repassem, ou se preferirem, basta clicar num dos botõeszinhos para postar no seu Site Social preferido.

360 abraços !

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Rio2016 foto 360 graus em Copacabana

61 Comments | This entry was posted on Oct 03 2009

Foto 360º graus da comemoração da vitória do Rio2016 em Copacabana, Rio de Janeiro, Praia de Copacabana, 02/10/09, 02 de outubro de 2009, 20091092, 2009, 10, 02, Festa na praia, multidão, esportes, Olimpíadas de 2016, Lulu Santos, Copacabana Palace, jovens, samba, Salgueiro, carnaval, futebol, futebol de areia

Click na foto 360 graus acima e veja com som ambiente a Comemoração de milhares de Brasileiros, nas areias da Praia de Copacabana quando é anunciada a vitória do Rio de Janeiro, para sediar as Olmpíadas de 2016.

A data histórica foi 02/10/2009.

O espírito de justiça brilhou nas vozes de todos ali presentes que ansiosamente aguardavam pela chance de hospedar a primeira Olimpíada a acontecer na América Latina.

Eu me emocionei e confesso que lágrimas me vieram aos olhos no momento do resultado. Fiquei feliz por saber que daqui a alguns anos estaremos mostrando ao Mundo que o Rio é a Cidade Maravilhosa e estaremos no centro da atenção e das mídias internacionais, o que com certeza impulsionará muitos negócios no nosso País e na minha Cidade que tanto amo.

Meus filhos estarão bem mais velhos e com certeza curtirão muito os eventos esportivos.
Eu espero poder fazer muitas novas fotos 360 graus assim como fiz durante o PAN RIO2007 e que podem ser vistas aqui no site também.

Este é um documento em 360 graus da emoção que tomou a todos neste dia. Espero que gostem e vejam outras fotos 360 graus que estão no blog.

360 abraços a todos e obrigado pelos comentários.


ENGLISH :
Click the picture above and look at 360 º surround sound with the Commemoration of thousands of Brazilians, on the sands of Copacabana Beach when it announced the victory of Rio de Janeiro to host the Olimpic Games of 2016.

FRANÇAIS :
Cliquez sur l’image ci-dessus et regarder à 360 ° de son surround avec la commémoration de milliers de Brésiliens, sur le sable de la Plage de Copacabana où il a annoncé la victoire de Rio de Janeiro pour accueillir la olimpíadas 2016.

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