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Panoramicas 360 graus blocos de rua Carnaval 2010 Rio de Janeiro
O Mundo observa as imagens maravilhosas dos Desfiles das Escolas de Samba e a cada ano vem aumentando o interesse pelo Carnaval de Rua da Cidade Maravilhosa.
Este ano, foi também, provavelmente, o mais quente. O calor esteve brabo, passando dos limites do suportável. Eu praticamente derreti hehehe
Mas não é por isso que ia deixar de fazer algumas fotos 360 graus da folia, dos blocos, das ruas, das multidões que se encontram para brincar, pular e se divertir no Rio.
Então fomos a rua contratados por uma empresa a qual ainda não posso citar e fotografamos alguns Blocos neste Carnaval maravilhoso que é o do Rio de Janeiro.
Neste aqui podemos ver a alegria que reina no Bloco Céu na Terra que “passeia” por Santa Teresa, bairro típico dos boêmios e dos foliões cariocas. A concentração acontece no Largo dos Guimarães e se estende pelas ruas do bairro, impedindo que o tremzinho passe por toda a extensão dos trilhos. Foram cerca de 5 mil pessoas acompanhando e dançando. O momento top é quando o Bloco chega no Largo das Neves onde fica até se esgotarem as forças dos foliões, e dos músicos também ![]()
A paisagem é especial, passando por casas antigas e ruas que parecem fazer parte de um passado distante do Rio antigo.
Click aqui para ver a foto 360 graus acima
Espero que gostem da Panorâmica Imersiva e curtam tanto o visual quanto o aúdio porque vou contar o seguinte: Deu trabalho paca, estava um calor alucinante, e fomos pisoteados o tempo todo.
Fora que todo mundo te puxa e diz com aquela cara de maluco:
- Pô faz uma foto minha aqui tbm.
- Hei, eu quero aparecer na grobo !
- Puxa, faz uma fotinha minha tbm…
- Alô seu fotógrafu, faz um click meu p/eu botá no meu orkuti hehehe
- Olha eu aqui com a gata ! faz a foto aê prus meus amigus vê.
E por aí afora vai. Uma pertubação, principalmente porque te puxam, seguram na correia das cameras, te pegam pelo cabelo, te abraçam (aarrrggghhh) e outras coisitas mais hehehe
Se vocês procurarem com calma vão achar a minha esposa @Andrea_360 (perfil no twitter) no meio da muvuca sendo esmagada enquanto aguardava eu fotografando, e ela capturava o áudio p/ilustrar sonoramente o Panorama Imersivo.
Aliás eu acho que Panorama Imersivo TEM que ter aúdio para passar a Imersão no ambiente 360 graus. Sem isso fica meia boca, olhar para a cena no silêncio total é meio fora do contexto de multimídia dos dias de hoje.
E aqui é a loucura total. Na Avenida Rio Branco, no Centro do Rio, mais precisamente na Cinelândia, o Cordão da Bola Preta reuniu este ano, 1.500.000 de pessoas !!!
Isso mesmo, um milhão e meio de pessoas, foliões e curiosos que participam gratuitamente deste Carnaval glorioso. Para todos os lados que se olha nessa foto 360 graus é um “mar” de gente, de pessoas, de uma multidão colorida pulando e sambando ao som das marchinhas mais populares do Brasil.
As escadarias da Biblioteca Nacional ficaram lotadas de foliões também, pois aqui no chão, no asfalto era quase impossível se mover.
Observar esta foto panorâmica 360 graus é como ter a prova real da quantidade de pessoas ali reunidas num só momento.
Click aqui para ver a foto 360 graus acima
Agora a panorâmica 360 graus é da alegria que rolou na manhã do domingo de Carnaval. Na Praça XV, bem ali no Centro do Rio, no coração da Cidade, pertinho do embarque das barcas que levam e trazem a galera para o outro lado da Baía de Gunabara, para a cidade de Niterói, acontece todo ano a festa do Cordão do Boitatá.
Muita gente fantasiada, muitos jovens, muitas fam´ˆlias, enfim, um ambiente divertido e acolhedor com todo mundo pulando e brincando de verdade.
Vale a pena dar um pulinho lá no ano que vem e curtir o Boitatá
Olhem nessa imagem 360 graus , como para todos os lados e até além do que podemos ver como está repleto de foliões pulando, sambando e se divertindo com a música no ar !!!
Click aqui para ver a foto 360 graus acima
Aos amigos, aos visitantes, aos que aqui chegam pela primeira vez, só posso dizer:
Obrigado pela visita e pelos comentários que deixarem aqui mesmo no blog.
360 Abraços
Ayrton
Panoramica 360 graus do Maracana – Globonews :: foto 360º Panorama Imersivo
Logo no início deste ano fui contactado pelo Dept. de Arte da Globonews.
O objetivo do contato era orçar uma foto 360 graus perfeita, que fosse feita exatamente do centro do gramado e que seria usada na composição de um cenário virtual para um novo programa sobre a Copa do Mundo.
A panorâmica tinha de passar a sensação de que o reporter estava lá no meio do campo, girando ao seu redor.
Adorei a idéia, pois mais uma vez realizaria algo pioneiro no Brasil.
Na TV Brasileira nunca havia sido usada a tecnologia dos panoramas imersivos para gerar um cenário virtual como esse e claro, fiquei muito honrado em ser o primeiro a produzir algo assim.
Apresentei a estimativa do investimento e depois foi só esperar que me retornassem aceitando.
Dias depois fui procurado pela Produção da Globonews que iria cuidar das autorizações para entrar no meio do gramado.
Expliquei e sugeri alguns detalhes que tinha certeza iriam ajudar a que a foto ficasse o mais bonita e perfeita possível.
Click aqui ou na foto abaixo para ver o Maracanã, bem do meio do gramado
No dia 25/janeiro, uma segunda feira, bem cedo pela manhã nos dirigimos para o Maraca. Ninguém do Cliente, da produção, da arte, da Diretoria, enfim, ninguém da Globonews foi junto. Disseram que com certeza eu saberia melhor do que todos o que fazer e por isso me contrataram. Gostei.
Lá chegando, após alguma burocracia para finalmente entrar no campo, fotografamos durante 2 horas seguindo todos os planos que tracei junto com minha esposa, que também é minha sócia e assistente. Além de Santa, claro. hehehe. O sol estava escaldante e como esqueci de levar o protetor solar, o jeito foi ficar derretendo mesmo. Entendi porque nunca rola jogo de futebol nesse horário hehehe.
Levei duas cameras, Nikon é claro, diversas lentes, para ser mais exato 10 lentes diferentes, pois eu pretendia fazer com diferentes visões para garantir o resultado que estava em minha cabeça. Levamos também diversos tripés e algumas traquitanas que eu mesmo projetei e construi, o que me permitiu fazer de angulos especiais.
E aproveitei a ocasião e levei meus 2 filhos para ajudar nesta foto 360 graus, pois não é todo dia que alguém pisa no centro do gramado do maior estádio de futebol do Mundo. Bem, não sei mais se o Maracanã ainda é o maior do Mundo, mas pelo menos deve ser o mais famoso.
Saimos de lá e foi correr para tratar as imagens e “construir” a panorâmica, afinal, eu precisava entregar no dia seguinte pela manhã, pois estava de viagem marcada com a família para voltar à Saquarema aonde iríamos passar a semana tendo aulas de surf. E fora isso, não dá para fugir da verdade, o lugar é MARAVILHOSO, a praia é linda, o mar é delicioso, a água é cristalina, transparente total.
Foram horasss seguidas em cima dos arquivos. Gerei panoramicas 360 graus, com cerca de 2 GB cada uma. Arquivos de 16 bits, rodando suaves no meu MacBook Pro, ainda com o Leopard instalado, visto que falta tempo para instalar o Snow
E se quiserem saber um pouco mais, leiam essa reportagem bem legal no blog da Jornalista Cristina De Luca, atual Diretora de Conteúdo do Grupo Now!Digital, responsável pela publicação dos sites IDGNow!, PCWorld, MACWorld, ComputerWorld, e CIO, sobre minhas fotos 360 graus, basta clicar em cima deste link.
Para aqueles que quiserem ver o resultado na TV, basta sintonizar no Canal 40 da TV a cabo, do Rio de Janeiro, canal da NET, todos os sábados, as 21 horas durante o programa: ” Oitenta Anos de Copa” que vai ao ar de agora (fev) até o mês de junho.
Ou curtam assistindo o vídeo aqui embaixo :
Espero que vocês gostem da experiência Imersiva que as fotos panoramicas de 360 graus permitem.
Adoro esse lance de poder mostrar com minhas fotos o que eu estava vendo ao meu redor.
360 abçs a todos e por favor, deixem um comentário aqui no blog.
Adoro ler e respondo a todos.
Ayrton
Visita Virtual fotos panorâmicas 360 graus Clínica MED-RIO
Click aqui para acessar a Visita Virtual em 360 graus
Click na foto 360 graus acima para fazer uma Visita Virtual à Clínica MED-RIO, especializada em atendimento de executivos. Localizada na Torre do RioSul, no Rio de Janeiro, é um ambiente perfeito para ser documentado em fotos 360 graus devido ao visual que os pacientes apreciam enquanto estão fazendo seus exames de rotina.
A Med-Rio Check-up, é líder de mercado, há mais de 19 anos, e atua no segmento de Medicina Preventiva, tendo realizado mais de 45 mil check-ups médicos em homens e mulheres das maiores empresas do país.
O grande diferencial da Med-Rio Check-up é que toda a sua estrutra está voltada para oferecer a máxima conveniência e segurança para seus Clientes:
- Avaliações médicas completas, apoiadas pelos mais modernos equipamentos, realizadas em uma manhã ou tarde, durante cinco horas.
-Resultados em 24 horas, e exames disponíveis pela internet, permitindo que o cliente ou o seu médico acesse a informação a qualquer momento.
-Equipe médica de alto padrão técnico, composta por professores universitários e chefes de serviço em grandes hospitais, dotada de uma filosofia voltada para servir, conquistar e manter seus clientes satisfeitos.
-Ambiente sofisticado e confortável, em nada semelhante ao clima hospitalar tradicional ou de centros de diagnósticos, localizado em endereço nobre do Rio de Janeiro e com estacionamento próprio, como já dito acima, perfeito para uma foto 360 graus.
-Além da exclusividade na prestação de serviços e por entender que o check-up médico é o primeiro passo para a gestão da saúde do cliente, uma vez realizados os exames, os seus executivos agendarão uma consulta com os especilistas, para, juntos, definirem programas específicos de promoção à saúde.
-No decorrer dos exames é oferecido aos clientes um café-da-manhã, especialmente preparado por um grand chef, para ser degustado em ambiente próprio, diante de uma das mais belas vistas da cidade do Rio de Janeiro, o Pão de Açúcar, com uma paisagem deslumbrante e já retratada aqui no site AYRTON360 em fotos 360 graus que podem se vistas aqui e aqui também.
Fotos 360 graus do CEPEL
Click aqui para ver a foto 360 graus acima
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Click nas fotos 360 graus acima para ver
Os laboratórios do CEPEL, localizados em Adrianópolis, distrito de Nova iguaçú, estado do Rio de Janeiro.
O Centro de Pesquisa de Energia Elétrica foi criado em 1974 como uma sociedade sem fins lucrativos, ligado ao sistema Eletrobrás e vinculado ao Ministério de Minas e Energia, para atender às mudanças do setor elétrico nacional e desenvolver uma infra-estrutura científica e de pesquisa no Brasil. Maior centro de tecnologia da América Latina, o CEPEL constitui-se num centro de excelência do setor elétrico brasileiro.
Os sócios fundadores – ELETROBRÁS e suas controladas CHESF, ELETRONORTE, ELETROSUL e FURNAS- contribuem com os recursos para sua manutenção e com a orientação para a atuação do Centro de Pesquisas.
Com uma estrutura organizacional independente, o CEPEL está habilitado para os desafios do setor elétrico onde a pesquisa e o serviço tecnológico devem dar resposta às restrições de eficiência, de impacto ambiental, de peculiaridade e desigualdade do país.
O surgimento de atividades de pesquisa tecnológica do setor de energia elétrica ocorreu de forma tardia no Brasil quando comparado com a maioria dos países desenvolvidos.
Fundada em 1879 por Thomas Edison, a Edison Electric Ligth Company tinha como finalidade obter fundos para a pesquisa em iluminação elétrica. Um ano depois de ter concebido a lâmpada incandescente, o sistema de distribuição, cabos isolados, proteção etc., Edison solicitou as patentes dos seus inventos para a sua primeira central de geração e distribuição de energia elétrica, localizada em Nova Iorque.
A essa época, configuram-se os dois principais ramos da indústria de eletricidade – o produtor de equipamentos elétricos e o produtor de energia elétrica – que permaneceram ligados durante algum tempo. Dessa forma, foram sendo criados e desenvolvidos os equipamentos para a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.
No Brasil até 1974, quando foi criado o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (CEPEL), por iniciativa do Ministério de Minas e Energia (MME) e de empresas do setor de energia elétrica, a pesquisa restringia-se a trabalhos realizados por institutos eletrotécnicos ligados a universidades, como o de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Itajubá (MG), e por departamentos de estudos e pequenos laboratórios de algumas concessionárias de energia elétrica. Neste caso, o objetivo principal era solucionar problemas de manutenção de equipamentos e de instrumentos de medição.
O desenvolvimento do setor, na sua fase inicial, centrou-se na instalação de sistemas locais de pequeno porte e em alguns empreendimentos de maior vulto, promovidos por grupos estrangeiros, que utilizavam equipamentos importados, e a tecnologia desenvolvida em seus países de origem.
A busca por maior autonomia tecnológica no que se refere ao setor de energia elétrica só ocorreu a partir do final da década de 1960, coincidindo com a recuperação econômica que sucedeu à crise do modelo de desenvolvimento substitutivo de importações, verificada nos primeiros anos dessa década.
A notável ampliação da capacidade instalada de energia elétrica requeria um tipo de tecnologia que, em certos casos, se encontrava em estágio ainda experimental nos países industrializados. O aproveitamento de fontes energéticas localizadas em regiões cada vez mais distantes das áreas de consumo, a complexidade da operação e do controle de redes de transmissão de energia elétrica – que experimentavam um processo crescente de interligação – e a necessidade de transmitir e distribuir grandes blocos de energia em zonas de elevada concentração urbana ou industrial provocaram um interesse maior, tanto das concessionárias quanto dos fabricantes de equipamentos na procura de alternativas tecnológicas próprias.
O I Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND), que traçava as diretrizes do governo Médici para o período de 1972 a 1974, deu prosseguimento à política de ciência e tecnologia explicitada no PED (Programa Estratégico de Desenvolvimento, elaborado no governo Costa e Silva, para o período de 1968 a 1970). Quanto a esse aspecto, ambos tinham em vista reduzir a dependência tecnológica do país, por meio da adaptação da tecnologia importada e da criação de know-how próprio.
A criação do CEPEL, situou-se, portanto, na confluência de duas perspectivas governamentais: de um lado, tentar diminuir a carga exercida pelo pagamento de royalties e patentes no balanço de pagamentos e, de outro, dotar as empresas de energia elétrica de um centro de pesquisas tecnológicas, tendo em vista as suas crescentes necessidades nesse aspecto. A expansão da capacidade geração de energia elétrica baseou-se na construção de hidrelétricas de grande porte. Seguindo esta política foi constituída a Itaipu Binacional, que colocaria mais em evidência um dos grandes desafios tecnológicos a serem enfrentados pelo setor: a transmissão de grandes blocos de energia a longas distâncias.
No final da década de 1970 e início da seguinte configurou-se no país um quadro de recessão econômica, que afetou o setor energético e conseqüentemente o Centro de Pesquisas com a redução dos investimentos das empresas estatais entre 1980 e 1984, e o custo do endividamento tornando o setor responsável por parcela significativa da dívida externa do país.
A Nova República procurou conferir uma dimensão maior a área de ciência e tecnologia, criando, em março de 1985, um ministério destinado especificamente a elaborar a política científica etec nológica do país – Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
O novo ministério elaborou o I Plano de Ciência e Tecnologia, cujas metas eram reintegrar a universidade brasileira às discussões acerca dos grandes problemas nacionais e recuperar e atualizar a capacidade dos laboratórios científicos para estimular a demanda de tecnologia nacional.
O desenvolvimento científico e tecnológico específico do setor de energia elétrica continuou orientado pelas diretrizes do Plano Nacional de Energia Elétrica – preparado pela Eletrobrás para o Ministério de Minas e Energia.
Em 1971, o Ministério de Minas e Energia expediu exposições de motivos que visavam a tornar viável a pesquisa tecnológica. Através da criação de um conjunto de centros de pesquisa e uma aplicação anual de 0.5% do capital social de cada empresa em programas de desenvolvimento tecnológico.
Na assembléia geral extraordinária da Eletrobrás, realizada em dezembro de 1971, foi instituído o Fundo de Desenvolvimento Tecnológico (FDT). A criação do fundo representou a efetivação, para o setor de energia elétrica, das medidas preconizadas pelo MME e permitiu o desenvolvimento de um centro de pesquisas de energia elétrica.
A localização do centro de pesquisas foi acertada em abril de 1972. Após entendimentos com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o ministro Dias Leite informou à Eletrobrás que o centro seria instalado no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão. Aí já funcionava o Instituto de Engenharia Nuclear (IEN), da CNEN, e estava sendo construído o prédio do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo A. Miguez (CENPES), da Petrobrás.
A Eletrobrás delegou a Furnas as atribuições atinentes a elaboração do projeto do centro de pesquisas. Furnas entrou em contato com o Institut de Recherche de l’Hydro-Quebec. A instituição canadense era uma das mais avançadas no mundo do campo de pesquisa em eletricidade e havia desempenhado papel fundamental na experiência pioneira da Hydro-Quebec em transmissão em 750 kV.
Com base em anteprojeto do Ireq, o centro deveria dispor de dois grupos de instalações: o Laboratório de Sistemas Elétricos (LSE) e o Laboratório de Equipamentos Elétricos (LEE). O Laboratório de Sistemas Elétricos abrigaria a sede administrativa e os laboratórios de materiais, de eletrônica e as oficinas e os grupos de trabalhos analíticos, como o departamento de sistemas, incluindo computadores e simuladores.
O Laboratório de Equipamentos Elétricos (LEE) destinava-se às instalações para pesquisas e ensaios em equipamentos e materiais submetidos a tensões extra-elevadas e a curtos-circuitos envolvendo grandes potências. Devido a isto, deveria ser instalado perto da subestação de Furnas, situada em Adrianópolis, no município de Nova Iguaçu (RJ).
Em 28 de dezembro de 1973, em cerimônia realizada na usina de Piabanha, no município de Três Rios (RJ), o estatuto do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica foi aprovado pelos sócio-membros-fundadores: a Eletrobrás e suas controladas, Furnas Centrais Elétricas S.A., Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. (Eletronorte) e Centrais Elétricas do Sul do Brasil S.A. (Eletrosul).
De acordo com o estatuto publicado no Diário Oficial de 21 de janeiro de 1974, o objetivo do Cepel seria “promover uma infra-estrutura científica e de pesquisa, visando ao desenvolvimento, no país, de avançada tecnologia no campo de equipamentos e sistemas elétricos.”
Paralelamente à construção da sede administrativa e dos laboratórios do Cepel, sua administração ocupou temporariamente o antigo prédio do alojamento e atualmente ocupado pela COPPEAD, situado na Ilha do Fundão. Em 27 de maio de 1975, o Cepel começou a operar nas instalações provisórias na Ilha do Fundão.
Texto adaptado do website do CEPEL e do Livro História do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica – CEPEL publicado pelo Centro da Memória da Eletricidade no Brasil.
Visita Virtual 360 graus :: Casashopping
Cemitério São João Batista :: Panorama Imersivo 360 graus
Click na foto acima e veja em 360º
o Cemitério de São João Batista. Ao fundo, � direita avista-se o Corcovado com o Cristo Redentor em cima. E � esquerda, na encosta do morro logo ao fundo do cemitério percebe-se a invasão de mais uma favela que tem como vista panorâmica os túmulos com os prédios do bairro de Botafogo ao fundo.
Click on the above photo to see 360º
Cemetery of St. John the Baptist. In the back, to the right we see the Corcovado with Christ the Redeemer on top. And on the left, the slope of the hill just to the bottom of the cemetery we find the invasion of another slum that has a panoramic view to the graves with the buildings of the district of Botafogo in the background.
FashionRio :: Inverno 2009 :: Bianca Graham Ferreira :: Panorama Imersivo 360 graus
FashionRio :: Inverno 2009 :: Cholet :: Panorama Imersivo 360 graus
1ª sexta-feira de 2009 :: Igreja de São Sebastião :: Panorama Imersivo 360 graus
Click na foto acima e veja em 360º
a Igreja de São Sebastião, padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro, que também é conhecida como Igreja dos Capuchinhos.
Click on the above photo to see 360º
the Church of St. Sebastian, patron saint of the City of Rio de Janeiro, which is also known as Church of the Capuchins.




















